Prestando contas

Dando cumprimento às nossas responsabilidades legais e estatutárias, acabamos de publicar duas importantes brochuras sobre as atividades da Fundação Padre Albino no ano de 2016.

Uma delas, com 74 (setenta e quatro) páginas, apresenta o Balanço Social, com informações sucintas sobre todas as principais atividades de cunho social realizadas pela FPA em benefício da população. Apresenta, ainda, de forma clara e transparente, todas as verbas recebidas tanto do poder público quanto da sociedade civil e sua destinação, além do Balanço Patrimonial auditado. A outra brochura, com 95 (noventa e cinco) páginas, contém as principais atividades desenvolvidas pela FPA, em cada um de seus 09 (nove) departamentos, subdivididos, em alguns casos como o de Educação, em cursos.

Devo confessar, sem falsa modéstia, que a edição e a publicação desses anuários representam o ponto alto do ano administrativo da FPA, o que fazemos não somente por dever, mas com muita satisfação e alegria. Trata-se do momento de prestação de contas de uma entidade filantrópica que, embora de natureza privada, recebe recursos públicos e particulares e sobre eles precisa dar conta à sociedade. Pena que não é possível imprimir tantos quantos gostaríamos para destiná-los a cada um dos cidadãos. São enviados religiosamente a cada uma das autoridades constituídas dos três poderes da república, que direta ou indiretamente têm que tomar conhecimento das nossas atividades. Mas qualquer um que desejar tomar conhecimento desses documentos pode solicitar diretamente à FPA; será um prazer atendê-lo.

No Balanço Social vamos encontrar as centenas de atividades realizadas pela Diretoria Administrativa, pelo Hospital Padre Albino, pelo Hospital Emílio Carlos e as ações específicas desenvolvidas em cada um destes hospitais, pelo plano de Saúde Padre Albino Saúde, pelo Ambulatório Médico de Especialidades (AME), pelo Recanto Monsenhor Albino, pelo Museu Padre Albino, pelo Colégio Catanduva, pelas Faculdades Integras Padre Albino (FIPA) e cada um de seus cursos: Administração, Biomedicina, Direito, Educação Física (Bacharelado e Licenciatura), Enfermagem, Medicina e Pedagogia. E no final, um relatório da administração, seguido pelo Balanço Patrimonial, de acordo com as normas técnicas brasileiras, auditado por auditoria independente.

Infelizmente a maioria dessas atividades não chega ao conhecimento do grande público, beneficiário direto das mesmas, por razões que não sabemos explicar exatamente, mas que provavelmente tem a ver também com certa falta de interesse do próprio cidadão e talvez da própria imprensa, que via de regra prefere mais notícias sensacionalistas. Se de fato for isso, nada podemos fazer. Só não podemos aceitar passivamente o rótulo de omissos ou negligentes, uma vez que fazemos o que devemos fazer e muito mais. As brochuras provam isso. No relatório de atividades vamos encontrar números, muitos números, números que impressionam tanto na área da saúde quanto da educação e assistência social. Normalmente somos avaliados pelos Ministérios da Saúde, Educação e Assistência Social em termos quantitativos e qualitativos (neste caso, também pelos usuários diretos do Sistema Único de Saúde). No relatório de atividades importa demonstrar o quantitativo e, nesse particular, há uma infinidade deles. Em todas as avaliações citadas acima temos alcançado altos índices de aprovação, em ambos os aspectos e, por isso temos nossas certificações renovadas ano após anos, com muito orgulho.

Convém lembrar que na área da saúde bancamos com recursos próprios parte significativa dos atendimentos SUS, sempre realizando acima daquilo que somos contratados, o que por vezes compromete novos investimentos em ampliações e

melhorias. Mesmo assim temos hoje na Fundação cerca de 54 (cinquenta e quatro) obras civis em andamento - reformas e construções, sem contar equipamentos - e outros dois projetos vultosos em estudos. Isto não seria possível sem uma administração competente. O relatório traz também outras importantes informações sobre o iminente Hospital de Câncer de Catanduva (HCC), sobre as revistas técnicas publicadas pelos cursos da FIPA e sobre o selo de “Instituição de Ensino Superior Socialmente Responsável”, concedido pela sétima vez pela Associação Brasileira de Ensino Superior (Abmes). E tem muito mais.

O espaço aqui não é suficiente nem para comentar sobre o conteúdo das brochuras. Vale a pena conhecer. Vêm aí (2018) as comemorações do 100º ano da chegada de Monsenhor Albino em Catanduva. Que tal conhecer de perto o Museu Padre Albino, com os objetos que lhe pertenceram e as grandes obras que realizou?

Sair