BOAS FESTAS

Dentro do calendário do ano civil é chegada a hora das comemorações, festas, presentes, comilanças, viagens etc. Talvez até mesmo um breve olhar para o ano transcorrido e um profundo suspiro de esperança e receio do ano novo que se aproxima. Percebe-se, todavia, que boa parte das pessoas não se atentam exatamente para o verdadeiro significado das “festas”, sobretudo a de Natal. É muito provável que muitas não vejam razão para comemorar, por motivos que vão desde decepções pessoais até da situação financeira/política/econômica do país.

Com ou sem razão é preciso lembrar que o festejo natalício não enseja necessariamente ações de ordem consumistas como as acima citadas, embora também lhes sejam inerentes. Antes deve ser um momento para recordar o surgimento no mundo dos homens d’Aquele que nos trouxe muito mais que uma mensagem de salvação; trouxe um exemplo concreto de que um mundo melhor é possível ainda nesta vida. Trouxe também uma mensagem viva d’Aquele a quem tudo devemos, inclusive nossa própria vida. Esse deve ser um momento de congraçamento entre todas as pessoas, independentemente de sucesso financeiro, poder aquisitivo, status social ou qualquer outra situação que tenha valor meramente nesta vida e de nada nos servirão na outra.

Crer ou não nisto é de plena liberdade de cada um. Mas... se a mensagem deixada por Jesus é de paz, esperança e amor ao próximo por que não acreditar? Afinal, não é exatamente disso que precisamos para ser feliz? Os bens materiais, absolutamente necessários na medida certa, são efêmeros. Então deixemos de lado por um momento nossas preocupações, angústias e falta de perspectiva para nos irmanarmos num só e mesmo espírito, na pessoa daquele que nos mostrou que é possível, sim, ainda que para isso tivesse que doar sua própria vida. Do que mais precisamos para crer?

Um santo e feliz Natal a todos.

Sair